As centrais pretendem organizar greves e paralisações em defesa da redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais ? à espera de aprovação no Congresso ?, da ratificação das convenções 151 e 158 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), do cumprimento do Fator Acidentário Previdenciário (FAP) ? questionado pelas entidades empresariais ? e do projeto que garante os direitos dos trabalhadores terceirizados, entre outras prioridades para o período.
Com informações da Agência Brasil