Indiciado pelo homicídio da jornalista Lanusse Martins, morta por hemorragia durante uma cirurgia de lipoaspiração em Brasília (DF), o médico Haeckal Cabral Moraes negou que tenha cometido erros de procedimento e garantiu que adotou todas as medidas de emergência para reanimar a paciente quando a perda de sangue a fez entrar em coma. Em depoimento à Polícia Civil, Moraes explicou que a perfuração da veia de Lanusse, na altura dos rins, teria sido causada por uma massagem cardíaca, não pela cânula utilizada na cirurgia, como atesta o laudo do Instituto Médico Legal (IML).
Com informações do Estadão