Foi adiado, nesta quarta-feira (24) o júri popular no fórum de Campo Grande para julgar crime de abortos praticados dentro de uma clínica médica fechada na cidade. A psicóloga Simone Aparecida Cantagessi de Souza e as enfermeiras Libertina de Jesus Centurion, Rosângela de Almeida e Maria Nelma de Souza ? são as acusadas. Elas trabalhavam como empregadas da médica anesteologista Neide Mota, morta há quatros meses em circunstâncias ainda não esclarecidas, mas com fortes suspeitas de suicídio. Neide é acusada com as demais envolvidas no caso, pela prática de 10 mil abortos, durante 20 anos de funcionamento da clínica. O adimento foi a pedido da defesa da acusada. O novo julgamento deve acontecer no início de abril.
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