A estratégia das Damas de Branco para continuar a pressionar o governo cubano a libertar seus maridos, filhos e irmãos será prosseguir com protestos todo dia 18 do mês para lembrar os presos políticos da ilha, segundo a sua líder, Laura Pollán. Foi nesse dia de março de 2003 que Havana prendeu 75 dissidentes sob a acusação de receber recursos dos Estados Unidos para criar agitação política. Ontem elas encerraram sete dias de marchas para marcar os sete anos da onda de prisões.
Com informações do Estadão