O número de espécies de árvores encontradas pelo estudo em Campo Grande (161) é bem superior ao contabilizado em outros municípios brasileiros. A maioria das espécies encontradas na Capital (59%) é nativa do Brasil.
No ranking das espécies mais presentes, aparecem, entre outras, Oiti, Ficus, Sibipiruna, Mangueiras e Ipê roxo.
A incidência de algumas espécies ficou em 17%, índice considerado alto, já que o recomendado é que se tenha cerca de 15% de cada espécie para evitar superpopulação de determinada árvore e desenvolvimento de pragas por conta disso.
Centenárias
As árvores centenárias do centro da Cidade também receberam atenção especial. Elas foram catalogadas e, agora, sabe-se qual o manejo correto e o tempo de vida de cada uma das 80 exemplares históricas.
Os dados podem auxiliar no tratamento correto das espécies e na recuperação das árvores, consideradas patrimônio ambiental e histórico da Cidade, conforme explicou o secretário de Meio Ambiente Marcos Cristaldo. (BG)