Em nome da manutenção de benefícios que compõem os salários do Senado desde 1993, servidores da Casa iniciaram um movimento para modificar o plano de carreira que irá ao plenário para votação até dia 29. A regalia seria extinta pela proposta que está em tramitação.
O projeto já prevê um aumento médio de cerca de 40% dos salários a um custo de R$ 380 milhões anuais.
Os servidores reivindicam, porém, a manutenção do pagamento de uma parcela da ajuda de custo recebida pelos parlamentares ? benefício conhecido como "auxílio-paletó" ?, incorporada desde 1993 nas gratificações que compõem seus vencimentos.
Em alguns casos, esse incremento, pago no início e no fim de cada ano legislativo, representa um ganho de quase R$ 5.000 no contracheque dos servidores.
As informações são da Folha Online