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Laudo de exame indica que morte de professora foi por asfixia
Laudo de exame indica que morte de professora foi por asfixia
O Instituto de Medicina e Odontologia Legal (Imol) de Três Lagoas divulgou laudo sobre a causa da morte da professora Maria Antonieta Fernandes Dinamarco, de 52 anos. Ela foi encontrada morta na madrugada da última sexta-feira, na Rua Antônio Estevam Leal, próximo ao Jardim Novo Aeroporto, naquele município.
Segundo as informações divulgadas pela polícia, o laudo do Imol apontou que a mulher teve morte por asfixia, provocada por um objeto semelhante à corda fina ou fio de eletricidade.
As circunstâncias do assassinato, bem como a sua autoria, estão sendo investigadas pela DIG (Delegacia de Investigações Gerais). Os encarregados da apuração do caso começaram a ouvir, na segunda-feira, os familiares da vítima.
Apesar de as testemunhas já terem declarado que a professora teria sido ameaçada na noite do crime, até o momento não foi apontado, nominalmente, nenhum suspeito.
Carro
A Policia Civil informou, ainda, que o carro que estava sendo utilizado pela professora momentos antes do crime já foi localizado. O veículo, um Celta preto, foi encontrado no sábado, pela Polícia Militar de Andradina (SP), no distrito de Planalto. O carro pertencia à pastora Eva Bezerra e estava emprestado para a professora Maria Antonieta.
Uma sobrinha da vítima, Fabiana Fernandes Caldeira, de 29 anos, que reconheceu o corpo no Imol, já prestou depoimento e informou que a última vez que esteve com a tia foi no grupo de oração, na casa da vítima, juntamente com a pastora Eva Bezerra dos Santos, 42 anos.
Segundo ela, durante a oração, esteve no local um casal, que disse ser da cidade de Murutinga do Sul, no interior de São Paulo, que alegou ter vindo ao local para cobrar a dívida de um cheque, que era datado há mais de um ano. A polícia investiga esse fato como ponto de partida para se chegar à autoria.
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