Da redação
O número de pessoas em situação de probreza extrema caiu 45% em MS em 13 anos, mas o Estado perdeu duas posições no ranking nacional dos estados com menor percentual de miseráveis. Estudo do Ipea mostra que, em 1995, MS estava entre os seis com menor presença de pobres extremos (renda per capita de um quarto de um salário mínimo por mês); em 2008, havia perdido duas posições, para Goiás e Paraná, recuando para o oitavo lugar. Segundo o instituto, se acelerar o ritmo, o Estado pode erradicá-la até 2015. O economista Ricardo Senna afirma que, sem plano de desenvolvimento claro, isso não será possível.
(Leia na edição de amanhã do Correio do Estado)