Pesam a favor da divisa americana as perspectivas de que o fluxo cambial continue negativo, apesar de novas indicações de captações externas de recursos, e de que a taxa Selic (juro básico da economia brasileira) tenha um ciclo de alta mais brando do que se imaginava.
No exterior, apesar da queda do índice de sentimento das construtoras dos Estados Unidos para o menor patamar desde abril de 2009, as bolsas conseguiram se manter no campo positivo pela expectativa favorável em relação aos balanços corporativos - mais tarde sairão os resultados da gigante de informática IBM e da empresa de chips Texas Instruments.