Cidades

Cidades

Presidenciáveis disputam distribuição de remédios

Presidenciáveis disputam distribuição de remédios

Redação

26/07/2010 - 07h50
Notícia sem imagem
brasília

Enquanto disputam a paternidade dos medicamentos genéricos, os três principais candidatos à sucessão presidencial reforçam uma série de propostas para a distribuição de remédios à parcela mais pobre da população.
Na semana passada, José Serra (PSDB) prometeu em seu site criar uma cesta com cerca de 80 remédios que seriam distribuídos gratuitamente pelos municípios. A candidata petista, Dilma Rousseff, já afirmou que pretende dar continuidade ao programa Farmácia Popular, do Governo federal – que oferece remédios subsidiados para diabetes e hipertensão. Marina Silva (PV), por sua vez, deverá investir em tratamentos pouco ortodoxos e que não dependam de medicamentos alopáticos, como acupuntura e homeopatia.
O Farmácia Popular tem, hoje, pouco menos de 13 mil unidades – na maior parte, parcerias do governo com estabelecimentos privados. No programa, o Ministério da Saúde subsidia até 90% do medicamento. Os 10% restantes são pagos pelo paciente. Tanto Serra quanto Marina prometem dar continuidade ao programa, mas o tucano critica o governo ao afirmar que a parcela mais pobre da população continua desatendida.
Renilson Rehem, que contribui com o plano de governo de Serra, critica a proposta petista. “O Farmácia Popular não é parte do SUS [...]. A iniciativa atende bem às classes C e D, que podem pagar ao menos um pouco pelos remédios. Mas quem está abaixo disso não é atendido”, assegurou.
Os medicamentos a ser distribuídos pela cesta ainda não foram determinados. De acordo com Rehem, serão sobretudo remédios de uso prolongado. Hoje, o SUS já fornece vários medicamentos gratuitamente, por meio do programa Farmácia Básica. “A ideia é garantir uma quantidade maior de medicamentos”, contou.
Para o ex-ministro da Saúde Humberto Costa, responsável pelo setor no programa de governo petista, o Farmácia Popular permite acesso a medicamentos por pessoas que não usem o SUS. “É outra forma de garantir acesso para tratamento de doenças crônicas. [...] O governo já aumentou muito o investimento na distribuição de remédios – de R$ 1,9 bilhão em 2003 para R$ 6,4 bilhões em 2009”, disse.
Nas diretrizes para a saúde Dilma inclui ampliação da oferta gratuita de remédios e incentivos à venda dos genéricos. O ex-ministro admite ser necessário aumento dos recursos direcionados à área, mas não fala no retorno da CPMF: “a Dilma tem falado que isso virá como consequência do crescimento econômico”, frisou.

Nova Mobilidade

Prefeitura vai usar carros de aplicativo para transportar servidores em Campo Grande

Contrato com o Banco do Brasil prevê corridas por aplicativo e táxi para viagens de trabalho; município estima economia de até 30% com manutenção da frota e combustível

05/11/2026 17h46

Prefeitura de Campo Grande vai adotar corridas por aplicativo e táxi para transportar servidores durante o expediente, com previsão de economia de 30% nos gastos com frota e combustível.

Prefeitura de Campo Grande vai adotar corridas por aplicativo e táxi para transportar servidores durante o expediente, com previsão de economia de 30% nos gastos com frota e combustível. Foto: Divulgação Prefeitura de Campo Grande

Continue Lendo...

Educação

Rede Estadual amplia vagas em 10% para 2027 em MS

Prazo começa na segunda-feira (9) e segue até 6 de janeiro; número é 20 mil superior às 200 mil vagas disponibilizadas para o ano letivo de 2026

05/11/2026 17h19

Rede Estadual amplia vagas em 10% para 2027 em MS

Rede Estadual amplia vagas em 10% para 2027 em MS Paulo Ribas

Continue Lendo...

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).