De acordo com a presidente do Conselho Federal de Serviço Social (Cfess), Ivanete Boschetti, o objetivo é debater a realidade profissional dos assistentes sociais. ?Consideramos que este é um momento de crise do capital pelo aumento do desemprego, das desigualdades sociais, da extrema pobreza. Todas essas ações se desdobraram em demandas cotidianas para a reivindicação dos direitos sociais e políticos?.
O evento é feito a cada três anos e é um espaço de divulgação da produção científica e técnica da área, por meio da apresentação de trabalhos, lançamento de livros e troca de de experiências.
Na próxima terça-feira (3), os participantes do congresso vão participar de um ato político às 8h30, com concentração em frente à Catedral Metropolitana, para reivindicar os direitos dos assistentes sociais.
?Vamos caminhar até o Congresso Nacional para reivindicar a aprovação de alguns projetos de lei que estão em tramitação. Eles estabelecem a jornada de 30 horas semanais, o piso salarial de sete salários mínimos e a obrigatoriedade de contratação de assistentes e psicólogos nas escolas?, disse Ivanete.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento Social, o Brasil possui aproximadamente 90 mil assistentes sociais. Desses, cerca de 9,3 mil atuam nos centros de Referência de Assistência Social (Cras) e 2,4 mil nos centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas).