Apesar das projeções de que crescerá significativamente e terá cada vez mais importância sobre a economia mundial, o Brasil não avançará no ranking das maiores rendas individuais. De acordo com a Folha de S.Paulo, o País terá um aumento da renda, mas seguirá na 47ª posição de um ranking com 73 países feito pela Goldman Sachs.
A renda da população brasileira, resultado do o Produto Interno Bruto (PIB) dividido pelo número total de habitantes, terá forte aumento e irá para US$ 21,11 mil por pessoa, quase o triplo do valor atual. No entanto, o Brasil não mudará de posição na lista dos países com maior renda, segundo a Folha.