O juiz em substituição legal na 1ª Vara do Tribunal do Júri, Aluízio Pereira dos Santos, negou pedido de liberdade do dono de jornal Agnaldo Ferreira Gonçalves, acusado de matar o garoto Rogério Mendonça Pedra, o “Rogerinho”, de dois anos, durante uma briga de trânsito, na Capital. Conforme decisão do magistrado, o réu informou endereço fictício para a Justiça, criando embaraços ao andamento do processo.
“Já se passaram dez dias, escoando inclusive o prazo pedido sem trazer comprovante de que morou no questionado endereço, o que reforça a idéia de que é fictício, ou seja, só existe no papel, porquanto não fez prova de que lá reside, aliás nem mesmo justificou a este Juiz o porquê não os juntou”, observou o magistrado, ao indeferir o pedido de liberdade.
O mandado de prisão foi decretado depois que oficial de Justiça esteve no endereço informado pelo acusado, em Praia Grande (SP), para intimá-lo e não o encontrou. De acordo com o advogado de defesa, Valdir Custódio, Agnaldo estava no município de Miranda negociando a venda de uma fazenda hipotecada. (VS)
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