Reiteradas práticas criminosas, materialidade das denúncias e citações do seu nome na Operação Owari que desbaratou esquema de lavagem de dinheiro. Essas foram as principais causas que levaram os desembargadores - sete no total - a manter o prefeito Ari Artuzzi, de Dourados, na cadeia. Ele está recolhido em Campo Grande há 50 dias.
A Turma foi unânime em votar com o relator que decidiu pela manutenção de Artuzzi na prisão para o "bem da ordem pública". O prefeito, assim como seu vice Carlinhos Cantor, secretários municipais e vereadores foram presos depois de terem sido alvo de delação do jornalista Eleandro Passaia que gravou repasse de propina e diálogos comprometedores que foram entregues à Polícia Federal.
O prefeito é acusado de improbidade administrativa, ou seja, desvio de dinheiro e pagamento de propina e teve a prisão decretada a pedido do Ministério Público.
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