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Ópera conta a saga de romance proibido de D. Pedro I
Ópera conta a saga de romance proibido de D. Pedro I
Depois de passar por Porto Alegre, Joinville e Cuiabá , chegará a Campo Grande, no dia 1 de novembro, a ópera “Domitila”, de José Guilherme Ripper, carioca que atuou em Mato Grosso do Sul como regente da extinta Orquestra de Câmera do Pantanal. O espetáculo que mostra o fim de relacionamento entre D. Pedro I e a sua amante Domitila de Castro Canto e Melo, mais conhecida como Marquesa de Santos. O patrocínio é da Fundação Nacional de Cultura (Funarte), integrando o Circuito de Música Clássica 2010. A entrada é franca.
A ópera estreou em 2000 e conquistou premiações importantes como da Associação Paulista de Críticos de Arte como a Melhor Ópera daquele ano. Depois a montagem seguiu para vários pontos do País. A atual versão está sendo dirigida Luiz Kleber Queiroz, que conta, no currículo, como diversos musicais e óperas. No caso de “Domitila”, nome da produção, em vez de ópera, Luiz prefere o termo “concerto cênico. “O Ripper pede na ópera alguns elementos, como projeção, cenário específicos, que não colocamos em cena. O que fizemos é uma adaptação. Outro aspecto que levou à adaptação foi o fato de que nem todos os espaços de apresentação comportariam todos os elementos sugeridos pelo autor”, destaca Luiz. O local será o Teatro Glauce Rocha.
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