As poucas providências tomadas e as consequências verificadas, mostra que mudanças serão necessárias para otimiazar o setor elétrico no País. Exatamente um ano após o blecaute que afetou 18 estados brasileiros, pouco foi feito.
As fiscalizações da Aneel foram realizadas e responsabilizaram nove empresas, principalmente a Eletrobras Furnas, pelo ocorrido. O ministro de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, questiona a qualidade dos fiscais e afirma que as condições climáticas é que resultaram no apagão.
Mas mesmo no grupo de trabalho formado no âmbito do Comitê de Monitoramento do Setor elétrico (CMSE) chegou-se a conclusão que a hipótese de raios é a mais provável, mas não pode ser comprovada.
Em investimentos, por enquanto, estão contabilizados apenas os R$ 7 milhões emergenciais realizados para proteger a subestação de Itaberá, ponto de origem do apagão do ano passado, de chuvas mais intensas.
Com informações do Gás Brasil.