O Hospital Universitário (HU) de Campo Grande está com equipamento de radioterapia quebrado há dois anos e não há prazo para seu conserto. Se o serviço funcionasse, a fila de espera para radioterapia em todo o Estado seria menor.
A informação é de que o problema agora é a necessidade da compra de um dosímetro clínico e monitor de área – responsáveis por medir a radiação emitida pelo aparelho. Sem os equipamentos, que são importados, a Vigilância Sanitária não autoriza a realização de sessões de radioterapia. Ainda não há prazo para que o serviço seja regularizado no local.