Levantamento feito pela Caixa Econômica Federal aponta que a dívida das empresas com o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) chega a pelo menos R$ 5 bilhões.
Todo mês, a empresa deve depositar 8% da remuneração paga ao trabalhador, ao FGTS. Esse dinheiro funciona como uma poupança no caso de demissão, aposentadoria ou a compra da casa própria. Quando o funcionário é demitido sem justa causa, ele tem direito ainda a mais 40% sobre o seu saldo.
É a falta desses depósitos, acrescida da multa pelo atraso, que resulta na dívida de R$ 5 bilhões. E apesar de a cobrança ser feita pelo governo, os maiores prejudicados são os próprios trabalhadores. Com informações do Agora São Paulo.