Durante a inauguração do complexo de lazer, serão assinadas ordens de serviço para dar início às obras da segunda etapa da Orla Morena, orçada em R$ 8 milhões e a Orla Ferroviária, no valor de R$ 3,5 milhões. O primeiro projeto visa dar continuidade à avenida a partir da Rua Plutão, passando por trás do Centro de Belas Artes (antiga rodoviária do Cabreúva), pelo pontilhão sobre a Avenida Ernesto Geisel, até encontrar a Rua Eça de Queiroz. Já as obras da Orla Ferroviária deverão transformar a via em uma espécie de "rua 24 horas", nas palavras do prefeito Nelsinho Trad. "Haverá muita iluminação e toda a obra será dividida pelas colônias que fizeram a história de Campo Grande, com exploração da culinária típica de cada uma. A intenção é que a Orla Ferroviária se transforme num grande shopping a céu aberto", destacou.
Segundo informações do secretário municipal de Infraestrutura, Transporte e Obras, João Antônio De Marco, a obra integra o projeto Viva Campo Grande financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), com valor total de R$ 42 milhões, do qual fazem parte ainda a Orla Ferroviária, ao custo de R$ 3,5 milhões; a construção da Via Morena (a última etapa, atualmente em andamento, está orçada em R$ 13 milhões) e a revitalização da Avenida Júlio de Castilhos, com valor estimado de R$ 18 milhões.
No caso da Via Morena, o prefeito informou ontem que solicitou estudo para a revitalização da Praça Newton Cavalcante. "Uma vez que ela é o início da Afonso Pena, a ideia é tornar essa praça um marco, para que as pessoas que chegam do Pantanal, além do impacto da Via Morena, tenham também o impacto do início da Avenida Afonso Pena", explicou.
Também há proposta semelhante para a rotatória da Avenida Noroeste com as avenidas Júlio de Castilhos e Marechal Rondon. "Queremos fazer ali algo que remeta à inauguração do espaço de lazer da Orla Morena, mas que também valorize aquele espaço onde está situado o monumento da Cabeça de Boi", disse o prefeito. Ainda não há previsão de recursos para os dois projetos. (DA)