Fogos de artifício, orações, uvas, lentilhas, romã, listas de planos, poesias, banhos, de mar, de sal grosso, de mel, de açúcar. Cada um tem uma mania diferente quando o assunto é ano novo. A reportagem especial do Portal Correio do Estado, neste último dia, do ano traz depoimentos de leitores que se vestem de cores pré determinadas esperando diferentes coisas para o ano que acaba de chegar. Muitos fazem votos para uma vida melhor, outros fazem questão de estar em casa, na companhia de pessoas queridas, alguns nem se apegam a tradições ou supertições mas o que todos querem por fim, é a renovação com sucesso.
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
A economista Larissa Ormond diz que não tem costume de cumprir rituais como comer uvas, e lentilhas, mas que não dispensa uma boa faxina para entrar o ano com tudo em ordem na casa e na vida.

-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Um ritual acompanha Larissa e outras duas amigas. Todos os anos, na noite do dia 24 de dezembro, véspera de natal, elas se reúnem para passar juntas a data, tomam juntas uma garrafa de champanhe e nela depois colocam todos os desejso para o próximo ano. “Cada uma de nós faz uma lista com os pedidos”, explicou. No próximo ano as meninas se encontram novamente, fazem a leitura dos pedidos do ano passado e uma análise do que foi ou não conquistado, e assim, a tradição segue.
Há aqueles mais radicais quando o assunto é simpatia para o fim do ano. É o caso do bacharel em Direito Paulinho Mariozza, 22 anos. “

-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Há também os que preferem mentalizar os pedidos de proteção e fazer uma oração.

------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
“Não acredito nessas coisas”. A estudante de jornalismo, Hellen Camara, 26 anos, tem uma visão mais exata das coisas e diz que vê tudo como uma simples contagem de tempo, por necessidade. “Se não, ficamos perdidos”, afirmou. “Na virada eu vou à festa da família para não parecer estranha, mas por mim, ficaria em casa sem problemas”, reconheceu. “Não acontece nada de anormal do dia 31 ao dia 1º, só o ano que muda. Para mim, todos os dias merecem ser comemorados”, concluiu.