Cidades

POLÊMICA

Dirigente de instituto critica oposição à Usina de Belo Monte

Dirigente de instituto critica oposição à Usina de Belo Monte

Redação

09/02/2011 - 03h43
Notícia sem imagem

Destacado pelo Palácio do Planalto para falar com a imprensa sobre os aspectos favoráveis da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, o presidente da EPE (Empresa de Pesquisa Energética), Maurício Tolmasquim, afirmou hoje que posições contrárias ao empreendimento não podem levar o país ao "imobilismo".

"Tem que haver debate, mas não pode ter imobilismo. Em alguma hora, [o governo] tem que tomar uma decisão", afirmou.

No início da tarde, uma comissão de dez representantes indígenas contrários à construção da usina entregou um documento ao secretário-executivo da Secretaria Geral da Presidência da República, Rogério Sotilli, pedindo que o governo abandone o projeto de construção da hidrelétrica que, quando pronta, será a terceira maior do mundo.

Um dos líderes indígenas chegou a dizer que, se o governo insistisse com o projeto, haveria "briga" e "morte".

Segundo Tolmasquim, no entanto, a usina, cujo canteiro de obras ganhou licença do Ibama no fim de janeiro, "não tem impacto direto sobre áreas indígenas".

De acordo com ele, a insatisfação dos índios é decorrente da alteração na vazão na chamada Volta Grande do Xingu.

Entre os argumentos pró-Belo Monte, Tolmasquim citou a importância da usina para o crescimento econômico do país.

"O Brasil precisa de 5.000 MW por ano. Precisa de Belo Monte e de outras usinas. Não tem como achar que vai crescer sem precisar de energia", afirmou o presidente da EPE, responsável pelos estudos que balizam a implantação da usina.

Tolmasquim também argumentou que, "em nome do meio ambiente", o nível de alagamento exigido em Belo Monte será dez vezes menor que a média de outras usinas hidrelétricas.

A construção da hidrelétrica também permitirá, segundo ele, a realocação de 4.300 famílias que vivem hoje em igarapés e, portanto, "o resgate da população que vive em condições miseráveis".

O presidente da EPE afirmou que os investidores do empreendimento pagarão uma compensação ambiental de R$ 3,5 bilhões aos municípios afetados.

INFRAESTRUTURA

Guanandi II terá asfalto e drenagem em 12 vias com investimento de R$ 8,6 milhões

Serviços começaram pela Rua Itarumã e têm prazo de até 240 dias; outra etapa, estimada em R$ 7,7 milhões, está em tramitação

06/11/2026 08h04

Rua Itarumã recebe os primeiros serviços de drenagem da etapa que prevê obras em 12 vias do Guanandi II

Rua Itarumã recebe os primeiros serviços de drenagem da etapa que prevê obras em 12 vias do Guanandi II Divulgação/PMCG

Continue Lendo...

facções

Guerra entre Comando Vermelho PCC chega à Máxima e um morre

Jackson da Rosa Fernandes morreu no mês passado no presídio e a suspeita é de que o crime seja resultado do conflito

06/11/2026 07h45

Guerra entre Comando Vermelho PCC chega à Máxima e um morre

Guerra entre Comando Vermelho PCC chega à Máxima e um morre Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

Continue Lendo...

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).