Testemunhas de acusação serão ouvidas, nesta quinta-feira (10), na 2ª Vara do Tribunal de Júri de Campo Grande, no processo que que ficou conhecido como Caso Mayana, por ter causado grande comoção social, pela morte da jovem Mayana de Almeida, em junho de 2010.
De acordo com as investigações, Mayana foi atingida por dois carros, supostamente envolvidos em um racha, e morreu. O juiz Aluízio Pereira dos Santos, titular da 2ª Vara do Tribunal do Júri, deve ouvir 15 testemunhas de acusação: seis, pela manhã e o restante a partir das 13h30min.
Segundo o processo, o juiz recebeu a denúncia contra A.S.M., vulgo Fuscão, e W.J.S.F. - ambos por homicídio com dolo eventual, isto é, quando não se tem a intenção de matar, mas se assume o risco em razão de conduta perigosa.
Ainda de acordo com o processo, um terceiro acusado também será interrogado: K.G.P.S., mas este por falso testemunho por tentativa de influenciar as investigações. Entre várias diligências realizadas pela polícia, uma foi solicitada ao juiz, que é a quebra de dados armazenados no Google (Orkut) com o objetivo de comprovar que um dos acusados, em conversa com outros amigos, demonstrou ser adepto a fazer racha, já que ele negou tal prática.
Para o dia 28 de fevereiro já está designada a audiência para depoimento de três testemunhas de defesas, além do interrogatório dos três acusados.