As janelas não fecham como deveriam. A parede da cozinha tem infiltrações. Quando chove, há goteiras no teto da sala e, na entrada do prédio, um "lago". O apartamento, no bairro Rita Vieira 3, em Campo Grande, tem apenas um ano e a recepcionista Angélica Goulart, que ainda está na 9ª parcela das 300 do financiamento, já gostaria de devolvê-lo. "Na última chuva que deu inundou tudo", conta, indignada.
Reclamações desse tipo são cada vez mais comuns entre moradores de imóveis financiados com aval do programa federal Minha Casa, Minha Vida. O problema, na maioria das vezes, está nos detalhes, como no caso de Angélica e seus vizinhos, que vão pagar R$ 80 mil pelo imóvel, com subsídio de R$ 11 mil, mas não têm caixa para correspondência.
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