Atualmente sem cães farejadores de drogas e explosivos, a Superintendência Regional da Polícia Federal em Mato Grosso do Sul deverá receber quatro animais ainda no primeiro semestre deste ano. Os cães estão sendo treinados em Brasília.
O último farejador da PF no Estado, à disposição da Delegacia de Repressão a Enroepecente (DRE), morreu há dois meses, aproximadamente. Em caso de necessidade a Federal tem emprestado animais do canil da Companhia Independente de Gerenciamento de Crises e Operações Especiais (Cigcoe).
Na última semana, a direção geral da PF, adquiriu 19 cães pastores, procedentes dos Estados Unidos e Europa, para trabalhos de detecção de drogas e explosivos. Eles já estão no Canil Central, em Brasília, deverão ser utilizados nos próximos grandes eventos que acontecerão no Brasil como a Copa do Mundo e Olimpíadas.
A Federal tem atualmente 15 canis descentralizados em 12 estados. Os cães são adquiridos com idade média de um ano e meio e são selecionados conforme sua aptidão para o trabalho. Eles são treinados no Canil Central da PF e depois encaminhados as unidades regionais.
Segundo as informações, os cães comprados na semana passada, das raças pastor-alemão, pastor-belga malinois e pastor-holandês, foram comprados ao custo médio de 6 mil dólares e integrarão um plantel de 120 animais para detecção de drogas e 80 para explosivos.
A Federal pretende adquirir cerca de 30 a 40 cães por ano até 2014, que irão somar-se ao plantel de animais já utilizados nas atividades operacionais da instituição.