Atualmente existem mais de dois mil processos judiciais envolvendo adolescentes infratores no Mato Grosso do Sul. A questão é mais profunda que os motivos que levaram os menores a praticarem o ato e por isso pede mudança de valores e mentalidade. A Coordenadoria da Infância e Juventude irá retomar alguns projetos, além de estender a atuação de iniciativas que têm sido consideradas bem-sucedidas na Capital.
A partir do dia 15 o município de Maracaju receberá um ciclo de palestras do projeto Escola Formando o Cidadão. Além disso, a conciliação de adolescentes infratores com as vítimas é prioridade do projeto Justiça Restaurativa. Para o juiz da Infância e Juventude, Danilo Burin, é possível manter o tom amigável em infrações menos agressivas.
Crianças
O projeto Padrinho irá prosseguir na questão de adoção de crianças. Para os menores com até 12 anos incompletos (considerados crianças no Estatuto), que estejam envolvidos em situações judiciais, o projeto Família Acolhedora fornece abrigo em família até o julgamento do processo.
Cada município do Estado ficará responsável por viabilizar os projetos junto à Coordenadoria.