Mato Grosso do Sul figura na lista suja do trabalho escravo, divulgado hoje (29) pelo Ministério do Trabalho, com 21 empresas. O número representa 8,4% do total de infratores que exploram trabalhadores em situação parecida à de escravo.
Os nomes são mantidos na lista quando o empregador não quita as multas impostas pela fiscalização do trabalho, por reincidência, e nos casos de ações que estejam tramitando no Poder Judiciário.
Segundo o ministério, nesta atualização, foram analisados os relatórios de fiscalização e pesquisados dados das superintendências regionais do trabalho e emprego entre outros órgãos. Também foi consultado o Sistema de Acompanhamento do Trabalho Escravo do ministério.
Enquanto o empregador está com o nome no cadastro, ele não recebe financiamentos com recursos públicos. Além disso, o setor privado penaliza os infratores por meio do Pacto Nacional com medidas restritivas de relacionamento comercial.
A lista completa dos infratores está no site do ministério.
(Com informações da Agência Brasil)