O julgamento do caso Brunão deveria acontecer amanhã, mas foi adiado. O segurança foi morto em casa noturna da Capital, no dia 19 de março, por conta de costelas quebradas, que ocasionaram perfurações. A acusação é de que o bacharel em Direito, Christiano Luna de Almeida, tenha agredido o segurança com intenção de matar – mas a defesa discorda.
“O juiz mandou Cristiano a júri com as qualificadoras do motivo fútil e do recurso que dificultou a defesa da vítima. Nós recorremos ao tribunal para ele ir a júri sem as qualificadoras. Ele jamais poderia supor que reagindo da forma que reagiu iria resultar na morte”, argumenta o advogado de defesa, Ricardo Trad.
Contudo, quando determinada a suspensão provisória do julgamento, o juiz manteve a sentença de pronúncia sustentando que nada tem a modificar e determinou a remessa dos autos ao Tribunal.
Estratégia
Após análise, o julgamento deve ser remarcado para setembro deste ano. Enquanto isso Cristiano responde ao processo em liberdade, sendo privado apenas de saídas noturnas e viagens.
No julgamento, o advogado Ricardo Trad defenderá a tese de legítima defesa, dizendo que o homicídio não foi doloso, ou seja, não foi com intenção de matar.