Três meses após uma acadêmica ser vítima de estupro dentro do campus principal da maior universidade pública do Estado, caso que mobilizou a opinião pública em torno da necessidade urgente de investimentos em segurança no local, a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) iniciou processo de “blindagem” na área de 33 hectares ocupada pela instituição de ensino no município de Campo Grande.
Aumento do número de seguranças que patrulham a área, fechamento de duas pontes de acesso (uma delas, próximo do local do crime), implantação de uma linha de ônibus para transportar os estudantes até blocos mais distantes e, mais recentemente, o lançamento de um serviço de denúncia pela internet e a implantação de oito câmeras de monitoramento em locais estratégicos (até o fechamento desta edição, seis já haviam sido instaladas) – essas são algumas das medidas que já estão em andamento, algumas delas por sugestão de comissão formada por universitários, docentes e servidores, criada pela direção da UFMS para elaborar um plano local de ação no campus da instituição em Campo Grande.
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