Cidades

CAMISINHAS NAS ESCOLAS

Evangélicos apoiam lei que veta distribuição

Evangélicos apoiam lei que veta distribuição

Redação

24/09/2011 - 00h05
Notícia sem imagem

Contrários à distribuição de camisinhas nas escolas, evangélicos cobram sanção do projeto de lei que proíbe a instalação de máquinas de preservativos nas unidades de ensino em Campo Grande e prometem encaminhar manifesto ao prefeito Nelsinho Trad (PMDB) caso haja veto à matéria. De acordo com o pastor Ronaldo Leite Batista, presidente da Aliança Evangélica de Mato Grosso do Sul — que reúne em torno de 40 denominações religiosas de cerca de 150 igrejas no Estado —, o entendimento é que, ao invés de ajudar, a medida só vai estimular o sexo e a promiscuidade entre os adolescentes. "Se ele (o prefeito) sancionar o projeto, terá os aplausos da Aliança Evangélica. Mas se vetar, vamos nos manifestar contra", destacou.

O prefeito Nelsinho Trad aguarda até o início da próxima semana resultado de pesquisa realizada entre a população campo-grandense para definir se sanciona ou veta a lei. Antes mesmo dessa decisão, o projeto aprovado pelos vereadores da Capital sul-mato-grossense já recebeu críticas do Ministério da Saúde, que considera a matéria inconstitucional e prejudicial para o acesso à saúde do cidadão, além de afetar os trabalhos de prevenção às doenças sexualmente transmissíveis e Aids.

Em meio à polêmica, o prefeito Nelsinho Trad (PMDB) reiterou ontem que é favorável à distribuição dos preservativos para alunos com mais de 15 anos, sinalizando que deve vetar parcialmente o projeto. "É um programa que vem realmente atender à questão da gravidez indesejada e das doenças sexualmente transmissíveis, que é o que a gente quer prevenir", destacou, após participar de evento público no Bairro Itanhangá.

Sobrecarga

Para o dirigente da Aliança Evangélica de MS, que também é pastor da Primeira Igreja Batista, não cabe às escolas desempenhar uma tarefa que é de responsabilidade dos serviços de saúde. "Os professores terão que ensinar o aluno a usar camisinha? Esse não é o papel deles. Nas escolas, tem que se dar educação. Trabalhar com a saúde, com a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, por exemplo, é com a Secretaria de Saúde", avalia.

Outra situação, aponta, é o acúmulo de funções que a medida traria
às escolas públicas, já sobrecarregadas. "Será que haverá condições de mandar funcionários para todas as escolas, para acompanhar o projeto? Nós entendemos que, tendo uma máquina dentro da escola, você vai estar estimulando o adolescente a fazer sexo", comentou
.

Leia mais no jornal Correio do Estado

Nova Mobilidade

Prefeitura vai usar carros de aplicativo para transportar servidores em Campo Grande

Contrato com o Banco do Brasil prevê corridas por aplicativo e táxi para viagens de trabalho; município estima economia de até 30% com manutenção da frota e combustível

05/11/2026 17h46

Prefeitura de Campo Grande vai adotar corridas por aplicativo e táxi para transportar servidores durante o expediente, com previsão de economia de 30% nos gastos com frota e combustível.

Prefeitura de Campo Grande vai adotar corridas por aplicativo e táxi para transportar servidores durante o expediente, com previsão de economia de 30% nos gastos com frota e combustível. Foto: Divulgação Prefeitura de Campo Grande

Continue Lendo...

Educação

Rede Estadual amplia vagas em 10% para 2027 em MS

Prazo começa na segunda-feira (9) e segue até 6 de janeiro; número é 20 mil superior às 200 mil vagas disponibilizadas para o ano letivo de 2026

05/11/2026 17h19

Rede Estadual amplia vagas em 10% para 2027 em MS

Rede Estadual amplia vagas em 10% para 2027 em MS Paulo Ribas

Continue Lendo...

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).