Capela refrigerada com sofás para o velório; urnas luxuosas, coroas de flores em profusão, doces, salgados, refrigerantes, cafezinho e chá. Aliados à documentação completa na polícia, no cartório e na prefeitura, esses itens têm um custo entre R$ 4 mil e R$ 15 mil nas 18 empresas funerárias em atividade na Capital. São caixões feitos com madeira nobre: imbuia, cerejeira, mogno entre outras. O de cerejeira luxo sai por R$ 5 mil, entretanto, a clientela geralmente contrata todo o serviço.
O enterro mais barato custa R$ 1,2 mil. Abaixo disso, só o sepultamento social custeado pela Diretoria de Proteção Básica da Secretaria de Ação Social do município.
Nessa situação, a família do falecido ou da falecida recebe apenas o caixão de madeira fina avaliado em menos de R$ 200 e que contrasta totalmente com as urnas semi-luxo e luxo fabricadas em madeira de lei, com espuma grossa, molas e cobertura de veludo.
Segundo o Serviço de Verificação de Óbitos da Secretaria de Saúde diariamente morrem 15 pessoas em média na cidade.
Plano ameniza dor e reduz burocracia
Pelo menos 80 mil pessoas – 10% da população campo-grandense – já adquiriram plano funeral, estimam os empresários do setor.
Há duas mensalidades: uma custa R$ 27,25, outra, R$ 38,25 (com direito à gaveta no cemitério). O plano contempla velório em capela, transporte de ônibus e ambulância à disposição de familiares e demais pessoas; cobre ainda traslado terrestre e aéreo.
“Hoje a Pax ajuda muito o poder público e a população; eles se isentaram dos funerais e dos cemitérios, garantindo enterros dignos”, comentou o diretor da Pax São João Batista, Gilvan Paes da Silva.
Mesmo nos mínimos bebenefícios – laboratório e tratamento dentário – o plano das funerárias Pax oferecem também atendimento de saúde com qualidade para o titular do plano, seus filhos, pais e sogros. As empresas mantêm convêncios com a Ultramedical e outras clínicas.