Urgências e emergências sobrecarregam o Sistema Único de Saúde (SUS) em Campo Grande. A situação se agrava com a sucessão de casos de dependência química, doenças mentais, obesidade infanto-juvenil, tabagismo e violência.
"Por mais que haja leitos hospitalares, mais vagas são necessárias", explicou a secretária-adjunta municipal de saúde, Ana Lúcia Lyrio de Oliveira, ao participar no final da semana passada do 1º Encontro de Reflexão Sobre Saúde em Mato Grosso do Sul, promovido pela Comissão Regional de Justiça e Paz da Arquididiocese de Campo Grande no auditório da Santa Casa.