O arcebispo de Campo Grande, Dom Dimas disse esta semana que o Natal deve ser lembrado em família, por se tratar de uma vivência que assim o exige. "O Natal tem dois significados fundamentais: a festa da dignidade da pessoa humana, o ser humano que Deus quis ser em Jesus Cristo. É também a festa da família: o filho de Deus quis nascer numa família, e a família é sagrada."
O arcebispo lembrou que todas as comemorações próprias – a troca de presentes, a ceia – vão adquirir o seu pleno sentido quando se coloca no centro a pessoa de Jesus, que é a razão de ser do próprio Natal e, por causa Dele, a dignidade do ser humano e a sacralidade da família."
Este ano, a Arquidiocese de Campo Grande incentivou as paróquias e os seus fiéis frequentadores à vivência do Advento, preparando o Natal por meio de novenas; fez também uma campanha de evangelização.
Evangélicos
Algumas demoninações evangélicas, basicamente as mais tradicionais (mais antigas), celebram o Natal em cultos de caráter pedagógico, como denifiu o pastor batista, Ronaldo Leite Batista. "Diferentemente dos católicos, não consideramos o 25 de dezembro com data do nascimento de Jesus. No entanto, nesta data também temos uma celebração especial com a finalidade de mostrar às pessoas um pouco sobre a história de Jesus", explica.
Já outras denominações evangélicas, principamente as neopentecostais, não promovem celebração no Natal por levarem em consideração que a data escolhida não corresponde ao dia do nascimento de Jesus.