A pedestre Priscila Lima, de 24 anos, atropelada nesta manhã enquanto atravessava a faixa de pedestres na Avenida Zahran, em frente ao Comper, disse que com a falta de policiamento no local, fica mais difícil a travessia. “Atravesso a faixa todos os dias. Com os policiais no local, fica fácil, mas sem a presença deles, a travessia depende da consciência do motorista”, relata.
Ela conta que quando foi atravessar, uma motocicleta que estava na primeira faixa parou, porém, enquanto atravessava a via, o veículo da segunda faixa não a viu. “Sorte que ele estava devagar, não o culpo”, completa.
No local em que a jovem foi atropelada não há semáforos. A faixa de pedestre faz parte da campanha “Pedestre, eu Cuido”, que está suspensa temporariamente devido ao remanejamento de efetivo para intensificar as campanhas de fim de ano da Ciptran na Capital.

Priscila foi atropelada ao atravessa faixa de pedestre Foto: Valéria Giolo