Nas escolas de Campo Grande, o ano letivo inicia-se em fevereiro, mas a compra dos materiais escolares deve ser planejada muito antes da volta às aulas. Pesquisas de preço, busca por promoções, contas na calculadora e muita caminhada pelas papelarias acompanham os pais durante este período do ano. No entanto, se deixam as compras para a última hora, são obrigados a enfrentar tumulto nas lojas.
Questionados a respeito da quantidade de vendas, os gerentes das livrarias e papelarias da Capital foram unânimes: a procura começou desde o final de novembro e promete aumentar ainda mais no decorrer de janeiro. Para não encontrar as papelarias lotadas e ter maior comodidade, os lojistas orientam que o cliente se programe para adquirir os produtos antes da próxima segunda-feira (16), quando o grande movimento começa.
Com relação aos preços, os gerentes garantem que continuam praticamente os mesmos em relação ao ano passado, apenas as multinacionais aumentaram seus produtos em aproximadamente 5%. Tratando-se dos itens mais baratos, um caderno de vinte matérias custa em média R$ 12,60; um de dez matérias sai por aproximadamente R$ 4,60 e um pequeno de 96 folhas por R$ 2,23.
Uma caixa de lápis de cor da linha mais barata custa em média R$ 2,16. Se o cliente comprar cola, tesoura, lápis, caneta, borracha e apontador pelos menores preços das lojas, pagará cerca de R$ 2,25 por todos os produtos. O estojo mais simples está custando por volta de R$ 1,69 e as mochilas estão sendo vendidas a partir de R$ 18,40, em média.
Juntas, as papelarias da Capital contrataram mais de 100 funcionários temporários para atender a demanda.