A aprovação da Emenda Constitucional 29, que estabelece as metas de investimentos em saúde, castiga os Estados e municípios. Em Mato Grosso do Sul, o Governo do Estado prevê aporte de R$ 180 milhões além do que era investido até o ano passado. As cidades do interior também devem sofrer, já que na avaliação do presidente da Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul (Assomasul), Jocelito Krug, a medida deixa os maiores percentuais de investimento nas costas das unidades federadas e das prefeituras.
Krug, que é prefeito de Chapadão do Sul, comentou na época da aprovação do texto pelo Senado Federal que "90% das prefeituras do Estado gastam mais de 20% de suas receitas com saúde" e que a Emenda 29 seria uma oportunidade para "consertar as desigualdades entre a aplicação de recursos pelos municípios, estados e União".
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