Os prefeitos de todas as cidades de Mato Grosso do Sul devem se reunir entre maio e junho, em Bonito, para discutir, entre outros assuntos, o fechamento das contas públicas para evitar as penalidades previstas na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
O encontro regional foi aprovado durante assembleia-geral na última quinta-feira (02), no plenário da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul), em Campo Grande.
Segundo o presidente da associação, Jocelito Krug (PMDB), durante o encontro haverá palestras e exposição de serviços e soluções para a modernização das prefeituras.
Em pauta também deve estar o impacto que o reajuste do salário mínimo, que passou de R$ 545 para R$ 622, trará para as finanças públicas. “Sem contar o fato de os prefeitos serem obrigados a enquadrar o salário dos professores municipais no piso nacional, que é outra grande preocupação de todos”, alertou.
Em sua avaliação, apesar de aparentemente irrisório, o reajuste do novo mínimo penaliza principalmente as prefeituras de porte pequeno – que são maioria em Mato Grosso do Sul - devido ao recolhimento dos encargos sociais.