Se condenados, os rapazes envolvidos na agressão ao menor de 16 anos no Clube Indaiá, sábado passado, podem ser condenados de um a cinco anos de prisão. Conforme o Código Penal, essa é a pena prevista por lesão corporal grave no Brasil. Os três homens passaram uma noite na prisão, sendo libertados no domingo, após pagar a fiança arbitrada pela justiça.
O caso, que já deu bastante repercussão na cidade e pelas redes sociais, deixou a sociedade douradense revoltada.
Ontem a diretoria do Clube Indaiá divulgou uma nota revelando que, “pela gravidade dos fatos, decidiu pela instauração do processo de exclusão dos envolvidos do quadro de associados, conforme o que rege o Estatuto Social do Clube Indaiá, além da suspensão preventiva determinada pela Diretoria”.
Também esclareceu que “nas piscinas do clube há um salva-vidas, que presta o necessário serviço, mas que o clube entende que não havia a necessidade de um segurança, pois durante os 45 anos da sua existência, poucas foram as ocasiões em que houve fatos que suscitassem esta necessidade”.
A nota diz ainda que o “Clube Indaiá, em sua longa história sempre foi feito para o lazer da família, de forma que os fatos ocorridos deixaram todos os membros da Diretoria Executiva, bem como a totalidade dos associados indignados com os fatos ocorridos.
E que, apesar do desejo da Diretoria, em excluir sumariamente os agressores do quadro de associados, a mesma tem que respeitar o que prescreve o Estatuto Social do Clube, aguardando a decisão da Comissão de Sindicância, bem como do Conselho Deliberativo”, diz a nota.