Conforme o secretário, a Vigilância Epidemiológica, como forma de prevenção e proteção, busca entender como vírus chegou aqui. “Descobrimos que perto da casa de um dos pacientes há um posto de gasolina por onde passam muitos caminhoneiros, que pode ser uma das fontes de contaminação”, diz.
Os dois pacientes, uma mulher de 35 anos e um homem de 51 foram medicados na segunda semana de fevereiro e os resultados saíram apenas esta semana, na manhã de quinta-feira.
Bloqueio
Os locais de trabalho dos dois pacientes infectados com a dengue 4 também são verificados pelas equipes de saúde. Além de investigação para a identificação se as empresas podem ter sido a origem da contaminação, a Sesau também realiza as ações de bloqueio, como borrifação e verificação de presença de focos do mosquito. Uma das vítmas trabalha na região cental e outra no bairro Universitário.
O coordenador de controle de vetores do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), Alcides Ferreira foi informado na quinta-feira sobre a confirmação dos dois casos e “imediatamente começamos a agilizar as equipes para bloquear a área”. Ele explica que durante toda a tarde de quinta-feira foi feita borrifação nas casas do bairro Parati e da Vila Eliane.
A borrifação alcançou cerca de 300 residências em cada um dos bairros. Também foi feita a aplicação do inseticida nas ruas e gramados num raio de 150 metros às moradias das vítimas.
Ontem à tarde, os trabalhos continuaram com visitas às casas para identificação de possíveis focos e orientação quanto aos cuidados. A partir de segunda-feira (12) começam a receber o fumacê.