A demanda crescente por cirurgias, exames e internações não reflete somente na rede pública de saúde, onde pacientes disputam vagas em macas instaladas em corredores, pronto-socorros superlotados e até leitos em Unidade de Terapira Intensiva (UTI).
Os hospitais particulares da Campo Grande também sentem o “sufoco”. Com o aumento do poder aquisitivo da população, que passou a ter condições de pagar planos de saúde e até atendimento particular, as empresas começam a investir e aumentar a capacidade da rede. Com empreedimentos recém-inaugurados e os que estão por vir, a Capital vai ganhar mais 450 leitos, com investimentos de aproximadamente R$ 150 milhões, nos estabelecimentos privados de saúde.
Este mês foi inaugurado no Bairro Chácara Cachoeira, o Hospital Santa Marina, e o Sírio Libanês, que estava funcionando apenas como pronto-socorro, vai voltar a operar com toda a estrutura esta semana. Em abril, o Hospital El Kadri vai abrir o pronto-socorro. Por fim, nos próximos anos, a cidade contará com mais um hospital, que será construído pela Caixa de Assistência do Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul (Cassems), e com a quadruplicação dos leitos do Hospital da Unimed.
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