O prefeito Nelsinho Trad (PMDB) disse que o atraso no processo de desativação do lixão, em Campo Grande, é "uma herança ruim, que já completou umas três décadas". Ele prometeu, contudo, que na segunda quinzena deste mês publica o edital de licitação para escolha da empresa que vai gerenciar o lixo na cidade e, até dezembro, entra em operação o aterro sanitário na cidade.
O isolamento do lixão motiva uma complexa disputa judicial iniciada na segunda metade dos anos 1990. De lá para cá a prefeitura já foi condenada, recorreu, teve a sentença suspensa, firmou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), descumpriu e, agora, enfrenta uma nova investida do Ministério Público Estadual (MPE).
A Promotoria de Justiça do Meio Ambiente moveu ação pedindo imediata solução para o caso, do contrário, pede que a prefeitura seja multada em R$ 14 milhões. A Justiça ainda não se manifestou quanto a este pedido.
Nelsinho Trad disse ontem que o município está "literalmente cumprindo os prazos combinados" e que está "absolutamente tranquilo" quanto ao questionamento do MPE.
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