Levantamento realizado pela Prefeitura de Campo Grande aponta que 12,59% da área de microbacia de drenagem existente no município é classificada como impermeável (não há escoamento no solo da água da chuva), índice que chega a 29,23% nas regiões do Anhanduí e 25,63% no Sóter.
Não por mera coincidência, foi justamente nessas regiões que neste ano foi verificada série de transtornos durante fortes pancadas de chuva na Capital — no primeiro caso, moradores dos bairros Marcos Roberto, Jockey Clube e Nhá-Nhá tiveram casas inundadas pela enxurrada em pelo menos duas ocasiões; já em janeiro, temporal de 91 milímetros fez transbordar o Córrego Sóter e o lago do Parque das Nações Indígenas, gerando caos na região do Shopping Campo Grande.
De acordo com balanço da Defesa Civil municipal, existem atualmente em Campo Grande cinco pontos críticos em relação a alagamentos, situados nas regiões urbanas do Anhanduizinho, Centro (que engloba as bacias do Prosa e Segredo), Bandeira e Imbirussu.
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