O deputado federal Giroto, durante sua fala, pediu 30 segundos de silêncio em homenagem e respeito a Nelson Trad.
A esposa de Nelson Trad, Dona Terezinha, e os filhos Nelson Trad Filho, Fabio Trad. Marquinhos Trad, Fátima e Maria Tereza e familiares se emocionaram durante a sessão solene com as manifestações pelo senador Waldemir Moka (PMDB), os deputados sul-mato-grossenses Giroto (PMDB), Geraldo Resende (PMDB), Mandetta (DEM) e Reinaldo Azambuja (PSDB).
Também utilizaram o microfone os deputados Mauro Benevides, Nelson Marquezelli, Edinho Bez, Vicente Arruda, Rose de Freitas, Ricardo Izar, Paulo Teixeira, Edinho Araujo, Julio Delgado, Simão Sessim, Lincoln Portela, Luiz Couto, Francisco Escórcio, Félix Mendonça Júnior, Paes Landim, Luiz Couto, Chico Alencar, Osmar Serraglio, Júlio Coimbra. Também usou a tribuna o secretário de Estado de Habitação e das Cidades de Mato Grosso do Sul, Carlos Marun.
Em vários momentos, os filhos de Nelson Trad choraram durante a homenagem. Mas o momento mais emotivo foi durante a apresentação do Coral Meninas Cantoras de Porto Murtinho.
Após ouvir os 25 pronunciamentos Marquinhos Trad fez um desabafo ao final. “Nunca gostei disso aqui (mostrando o plenário da Câmara), durante 7,3 mil dias isso aqui me tirou da convivência com meu pai. Hoje, eu pude ver, através dos depoimentos, o grande homem que ele foi. Hoje, vi que ele não só pensou em mim, sempre pensou no coletivo”, afirmou Marquinhos, lembrando que seu pai dizia. “Meu pai falava pra gente: filho nunca tire Deus da sua vida, pois o dia em que ele não estiver com você, a moral se torna relativa”, explicando que sem Deus acabam todos os princípios.
O deputado federal Fábio Trad ressaltou a integridade do pai. “Foi um homem que dedicou 52 anos a vida pública e saiu com a ficha limpa”, destacando que as conquistas dos três filhos na política são resultados da boa educação. “Ele (Nelson Trad) nunca se permitiu dar aos filhos os privilégios da vida pública”, enfatizou Fábio.