Elas não precisam, necessariamente, ter passado por uma gestação para sentir um pouco do que as mães sentem. Elas cuidam, ajudam, dão o primeiro banho, ensinam mães de primeira viagem a amamentar. Também lidam com o estresse de mulheres que veem os filhos doentes, fragilizados. Assumem grandes responsabilidades quando ainda é cedo demais para os bebês irem para casa. Elas são enfermeiras: trabalham em hospitais, cercadas de gente que precisa de cuidados, e mesmo assim têm tempo para oferecer o que poderia parecer desnecessário para muitos: carinho.
É justamente o carinho, o cuidado e a dedicação facilmente observados nos setores de maternidade, UTI neonatal e pediatria dos hospitais que fazem com que essas profissionais sejam merecidamente lembradas neste Dia das Mães. "Sem desmerecer os outros setores, aqui eu consigo ver o zelo extremo com que todos os colegas trabalham. Cada pormenor é encarado com muita relevância, desde a limpeza até o contato direto com os bebês. Eles são muito pequenos, muito frágeis e, por isso, demandam tratamento bastante criterioso", relata Rozilene Castedo Ferraz Garcia, enfermeira da UTI neonatal do Hospital Regional.