Pelo menos 300 profissionais que trabalham nos Centros de Educação Infantil (Ceinfs) e Centros de Referência de Assistência Social (Cras) da Prefeitura de Campo Grande cruzaram os braços e paralisaram suas atividades ontem. Conforme a categoria, metade dos Ceinfs ficaram sem aulas. Já conforme levantamento da Prefeitura, a paralisação afetou apenas 19 das 96 creches na Capital e não houve adesão no Cras.
O Correio do Estado visitou o Ceinf do Bairro Sayonara, que funcionou parcialmente. Lá, das 114 crianças matriculadas, apenas 52 puderam permanecer na creche devido a falta de funcionários. De 25 recreadores e educadores do local, 15 são terceirizados e participaram da greve, restando apenas 10 para atender as crianças de zero a 4 anos.
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