O ato de doar sangue não é um hábito comum da maioria da população e isso tem causado problemas nos hemocentros, responsáveis pela coleta e distribuição das bolsas de sangue. Em Mato Grosso do Sul, são coletadas cerca de seis mil bolsas todos os meses, no entanto, se esse total aumentasse em pelo menos mil unidades (16,6%), já atenderia adequadamente e sem riscos de falta, a demanda frequente das unidades hospitalares do Estado.
Segundo a coordenadora da Hemorrede em MS, Eliana Dalla, o ideal seria que se chegasse a pelo menos 3,5% da população do Estado doando sangue regularmente. Isso abasteceria os bancos de sangue e evitaria que cirurgias fossem adiadas e pacientes deixassem de ser atendidos, como tem ocorrido no Hospital Univesritário.
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