O arroz foi o produto que mais puxou a inflação em Campo Grande (MS) no mês passado. A inflação na cidade foi de 0,42%, com uma pequena queda em relação ao mês de abril, que foi de 0,45%. O grupo que mais contribuiu para o aumento foi alimentação, com aumento de 1,29%. As informações são do Núcleo de Pesquisas Econômicas (Nepes) da Universidade Anhanguera – Uniderp. Apesar dessa alta na inflação, o acumulado em 12 meses, é de 4,29%, ainda abaixo do centro da meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 4,5% com tolerância de ±2%, indicando que, por enquanto, a inflação está sob controle.
Segundo Celso Correia Souza, coordenador do Índice de Preços ao Consumidor de Campo Grande (IPC/CG) da Uniderp, isto é reflexo do aumento de preços de produtos da cesta básica de alimentação, como arroz, feijão e carnes. “O grupo da alimentação sofre muita influência de fatores climáticos e da sazonalidade de alguns de seus produtos, principalmente, verduras, frutas e legumes”, explicou. Além do arroz, os produtos que mais pressionaram a inflação para cima foram: cebola (19,11%), abobrinha (12,99%), queijo prato (10,81%) e filé mignon (10,75%).
Confira os dez produtos que contribuíram para o aumento da inflação e os que não contribuíram:
Os que mais contribuíram para a elevação da inflação do mês de abril de 2012, em Campo Grande foram: o arroz, hipotensor e hipocolesterínico, leite pasteurizado, queijo prato, queijo-de-Minas, batata, óleo de soja, antiinfeccioso e antibiótico, cebola e pescado fresco. Já os dez produtos que mais contribuíram para a queda da inflação foram: papelaria, laranja pêra, mamão, chuchu, pneu, cenoura, azeitona, linguiça fresca, cenoura e azeitona.