A Delta Construções vai perder contrato de R$ 30,9 milhões com o Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre de Mato Grosso do Sul (Dnit/MS) para revitalização e manutenção da BR-163 – trecho que liga Dourados a Nova Alvorada do Sul – com a decisão do ministro-chefe da CGU (Controladoria-Geral da União), Jorge Hage, de considerá-la inidônea para contratar com a administração pública.
A Delta tem onze contratos totalizando investimento de R$ 245 milhões. A maioria era com Dnit/MS e um da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos) com financiamento do Bird (Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento) para reabilitação de trechos da rodovia MS-377. A Delta ganhou o direito de executar esta obra por meio de licitação internacional no valor da obra foi de R$ 47.775.789,55. A empreiteira acabou recebendo aditivo de R$ 3.512.024,97, totalizando R$ 51.287.814,52 a conclusão da obra.
Mesmo envolvida no escândalo de Carlinhos Cachoeira, o Dnit/MS homologou no último dia 16 de maio um contrato com a Delta no valor de R$ 30,9 milhões no Estado. Com o relatório da CGU que considerou a empreiteira inidônea, o departamento convocará as demais empresas na ordem de classificação. De acordo com o superintendente do Dnit/MS, Antônio Carlos Nogueira (foto ao lado), além da Delta, sete empresas também venceram a licitação, tendo a Delta apresentado a melhor proposta.
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