Quatro anos depois de uma série de tratativas entre a prefeitura e o Ministério Público Estadual (MPE), o velho aterro sanitário de Bodoquena saturou e seu fechamento é inadiável. Por determinação judicial, terá que acabar dentro do prazo de 180 dias contados desde 30 de março passado (30 de setembro). Ele fica dentro de uma área de preservação permanente (APP), a três quilômetros do centro da cidade.
Morros, nascentes e rios ainda dificultam a localização ideal para o novo aterro, mas Bodoquena aliou-se à vizinha Miranda e, juntas formam um consórcio para solucionar o despejo de resíduos sólidos.
“O turismo cênico da região não condiz com essa realidade e carece de infra-estrutura para o atendimento aos visitantes” advertiu o promotor de Justiça em Miranda, Daniel Nascimento Britto. Ambientalmente, Bodoquena responde à 2ª Promotoria de Justiça em Miranda.
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