O guardanapo que envolvia a casquinha do sorvete, o panfleto estampado com roupas e calçados, o saquinho do amendoim. É comum ver no centro de Campo Grande lixo sendo jogado no chão. A varrição das ruas da região central é feita todas as noites por equipe com pelo menos 30 homens.
Mas, a sujeira parece não ter fim. Se a reclamação dos campo-grandenses era falta de lixeira, daqui para o final do ano, os acostumados a jogar lixo nas ruas não terão mais desculpas, porque a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Semadur) tem projeto para instalar pelo menos mil lixeiras de concreto ecológico na Capital.
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