É só o Dia dos Pais chegar para um velho clichê tomar conta das campanhas publicitárias. Pais e filhos, homens, praticam esportes, torcem para o mesmo time, vão juntos às pescarias e jogos de futebol, além de uma infinidade de outras atividades tipicamente masculinas. Por isso, todo pai sonha com um filho homem. Será mesmo?
Apesar de esta ser uma ideia já aceita e constantemente disseminada em filmes, novelas e propagandas, não é nada difícil encontrar histórias genuínas de amizade e parceria entre os pais e suas filhas. Cynthia Paludeto, 21 anos, é um exemplo de filha parceira. Desde pequena ela acompanha o pai nas mais variadas aventuras “tipicamente masculinas”. Encontros de moto, jogos de futebol e até uma cervejinha juntos. “Eu sou como se fosse o gurizinho dele”, brinca.
Cynthia e o pai, Marcelino Paludeto, são amigos de longa data. Além das viagens que costumam fazer para celebrar a paixão por motos, os dois ainda são palmeirenses e assistem a todos os jogos do time torcendo e vibrando juntos. “Eu ainda ajudo ele a mexer e lavar o carro, a gente faz muita coisa”, afirma a jovem.
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